segunda-feira, 26 de setembro de 2011
sexta-feira, 23 de setembro de 2011

♦ Meninos, leiam: Talvez ela pense em você e não conta isso para as amigas. Talvez ela olhe seu nome no visor do celular, se segurando para não mandar uma mensagem dizendo que te ama. Talvez ela veja um filme e lembre de você. Talvez ela escute o seu nome, e se arrepie só de pensar que é seu. Talvez ela pegue o telefone, disque o seu numero, mas perca a coragem de dizer “oi” pois se estremeceu só de ouvir sua voz. Talvez ela escreva seu nome na mão e na contra capa dos cadernos. Talvez ela pense em você da mesma forma que você pensa nela. Talvez ela também te ame. Talvez.
♦ Meninas, leiam: Talvez ele pense em você e não conta isso pros amigos. Talvez ele se recuse a ficar com qualquer outra garota só por querer ficar com apenas você. Talvez ele tenha a atitude de pegar o telefone para te ligar, mas perde a coragem só de ouvir sua voz. Talvez ele fique fazendo planos e expectativas para um futuro ao seu lado, antes de dormir.Talvez ele entre no msn e não fale contigo, apenas para você ir falar com ele. Talvez ele diga em voz alta o nome de outra quando está perto de você apenas para que você demonstre ciúmes. Talvez ele olhe pra você o tempo todo e mesmo assim você não percebe. Talvez ele olhe pra lua e espera que você esteja fazendo o mesmo. Talvez ele pense em você da mesma forma que você pensa nele. Talvez ele também te ame. Talvez.
Até hoje eu lembro como foi no início. Como cada palavra tua me consolava, cada sorriso teu me fazia sorrir. É decepcionantemente impressionante como as coisas mudam, não é? Só não queria que isso acabasse como se nunca tivesse significado nada. Porque assim como pra mim, tenho certeza que pra ti também significou muito, anjo. Você me viu desabar quando tudo isso simplesmente quebrou, viu como significava pra mim e a única coisa que realmente quero de você agora, é que não duvide do que eu senti. Tu sabe que cada palavra que eu disse foi verdade, e que cada lágrima que caiu por ti foi sincera. Não pense que algum dia enganei você, nunca o faria. Me dói olhar para trás e pensar naquilo de “eu era feliz e não sabia” na verdade, sabia. Não vou colocar a culpa em ninguém porque acho que essa história não tem realmente um culpado. Há um tempo atrás eu aprendi que têm anjos que vêm pra ficar pra sempre, e têm anjos que ficam por um tempo, que realmente nos amam e nos fazem amá-los, mas que uma hora vão embora. E é por isso que estou desistindo de tudo aqui. Com os olhos cheio d’água, com o coração apertado, mas sem culpa ou remorso porque acredito que também ache que é o certo. Já percebi que algumas coisas não voltam, e que se não voltam é porque não era pra ser. Mas foi “pra ser” por um bom tempo. Aliás, época de sorrisos. Talvez um dia a gente comece do zero, e você seja esse anjo pra mim de novo. Talvez eu volte a ser o teu anjo de novo. Não vou encher isso aqui com memórias pra não dificultar tudo. Eu aceito, mas não sou de ferro, eu também sinto falta, também choro. Também demoro pra esquecer e quando amo, amo pra caralho, como aconteceu em relação à você. Eu não deixei de me importar, eu não deixei de sentir falta, mas eu to aceitando isso tudo. “Eu só quero ficar sozinho esta noite, só quero tomar um pouco de fôlego. Porque tudo o que fazemos é brigar, e cada vez isso me corta mais fundo. Porque algo mudou. Você vinha agindo de forma tão estranha, e isso refletiu em mim. É seguro dizer que estou pronto para deixar você ir.[…] Sem você eu me vejo tão diferente. Eu não queria acreditar nisso, mas tudo funcionou no final. Quando eu vi você se afastando, bem, eu nunca pensei que fosse dizer que estou bem sem você”. Eu nunca desejei menos que toda a felicidade pra você, e isso não mudou. Ainda sinto como se tivesse o dever de proteger você, mas vejo que tem gente fazendo bem esse papel. E fico feliz que essas pessoas te façam bem. Realmente fico feliz por você. Me desculpa por isso, tá? mas eu sei que tu me entendeu. Eu não suportaria por mais tempo, anjo. Você me conhece o suficiente pra saber que não. Fica bem, tá? não importa o que aconteça, você é maravilhoso. Em tudo o que faz, diz, em tudo o que é. E nada do que digam vai mudar isso. Não se deixe afetar por nada. Ria muito, tá? seja muito feliz. E, se possível, não esqueça completamente de mim, assim como nunca vou conseguir esquecer de você. Talvez você não tenha nem ideia do quanto é importante pra mim. Mas, só pra ter uma noção, isso tá doendo demais em mim, mas se é melhor assim pra você, eu não me importo em sentir essa dor. De longe eu vou estar sempre observando você, te cuidando. Me desculpa se alguma vez quando precisou de mim, eu não estava lá. Mas eu fiz o possível, e você sabe. Adeus, anjo. Eu sei que “adeus” é uma palavra forte, “eu te amo” também, mas as duas se encaixam nesse final. Mais uma vez, seja muito, muito feliz.
“você vai saber que é pra ti quando ler, anjo. Se ler.”
Fiquei deitada, refletindo sobre o dia sabe? Os altos e baixos, os sorrisos que dei e as lágrimas que guardei mais uma vez dentro de mim, os gritos que não dei e as palavras que não falei. Tenho alguns arrependimentos amor. Estive limpando a casa para me distrair, tirar um descanso de pensar. Finalmente consegui tirar as manchas do meu sangue contra o azulejo branco, demorou um pouco porque as andei reforçando. Lembra aquele dia que eu passeava sob o Sol e usava seu moletom cinza? Estava tentando me esconder do mundo, tentando omitir o que ando fazendo para não ser mais uma preocupação, mas acho que você entendeu, acho que você quis se aproximar e me pegar no colo, pedir desculpas. Acho também que tenho de jogar fora esta minha imaginação fértil, e diga-se de passagem nada saudável, fora. Mas amor, por que você não o fez? Por que não deitou meu rosto sobre tuas coxas, acariciou meu cabelo, e disse que eu era criança, como costumava fazer? Por que não me beijou a testa, e os machucados que fiz e disse que tudo ia passar? Eu sei que o espantei, que joguei toda minha intensidade em alguém nulo, que estava aprendendo a ser algo, mas nunca teve o seu tempo para isso, pois foi mandado embora. Eu sei que o amor, e as desculpas não são suficientes agora, e nem mesmo te pedir para voltar. Mas se eu adoecer, você virá cuidar de mim? Digo, já estou um pouco doente, fodida na cabeça, como sempre, mas isso já se tornou tão comum que nem eu, nem você damos mais atenção. Já estou um pouco fraca, sem cor, magra demais por não ter vontade de comer.
Não paguei a conta de luz amor, o escuro tem me confortado tanto, que parece que adormeço todas as noites em seus braços. Tomei banho frio, para congelar meu cérebro e assim os pensamentos torturantes voltados à ti. Como pode não? Um pequeno erro, um pequeno adeus, machucar tanto alguém? Acho que é o arrependimento, a decepção. Acho que é a falta de luz, calor, coração que funcione. Mas sabe? Não? Virei boa atriz amor. Aprendi a sorrir, não o sorriso que você tanto gostava, opacamente, mas ainda assim é um sorriso certo? Aprendi a ignorar, pois se não soubesse, não conseguiria fingir. Aprendi a odiar, mas a me odiar. Cresci tanto, de várias formas tão ruins. É a sua falta amor, acho que você sabe.
Quase lhe parei aquele dia para lhe perguntar quando irá voltar para casa. Assim, só para saber, só para poder deixar um pouco mais arrumada e brilhante do que ela anda. Quem sabe, comprar alguma coisa para encher a geladeira e acordar com um café da manhã na cama. Quem sabe, assim né, para deixar o quarto habitável, fácil de se chegar até, pois meu guarda-roupa parece permanecer no chão. Mas amor, não tenho voz, não tenho mais a mesma personalidade de antes, a mesma vivacidade. Na verdade, não tenho nem mais vontade, então terá de partir de você, e somente por isto, nunca acontecerá.
Oi amor, um dia nós iremos voltar a acontecer? Oi amor, um dia eu serei capaz de admitir o erro que cometi? Oi amor, volta?
“[…] Aliás, sempre me canso de tudo. Das pessoas principalmente. É chato essa formalidade toda. Não sei dar um sorriso forçado, não sei falar com quem eu não gosto, não sei fingir interesse. Futilidade me cansa, amizade forçada, carinho exacerbado e todas essas obrigações também. É difícil algo me interessar verdadeiramente, acho tudo tão repetitivo. As mesmas conversas, mesmas piadas sem graças, os mesmos sorrisinhos e todo aquele papo furado. Normal demais, tedioso demais. É quase impossível achar alguém que me faça ter vontade de ficar perto ou de conversar o tempo todo.“


Olhei pela janela os pássaros lá fora. Quem dera eu ter a liberdade de voar pra qualquer lugar que eu quisesse. Fugir desse mundo clichê de coisas banais. Fugir de você e da nossa música tocada inúmeras vezes naquela vitrola velha. Do café frio sobre a escrivaninha acompanhado dos papéis rasgados e rasurados com aquelas palavras que nunca lhe disse e do meu cansaço aparentemente disperso sobre a cama. Fugir daquela tamanha vontade de querer fugir e querer ficar, pois quem sabe eu ainda te encontre por aí. Pudera eu voar como aquele pássaro que caminha sutilmente pelo vento que bagunça teus cabelos. Mas, ainda que eu pudesse ir pra qualquer lugar que eu quisesse, eu voaria sempre pra onde tu estivesses.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
| Ele: | Eu te amo. |
| Ela: | Para. |
| Ele: | Eu te amo. |
| Ela: | Para. |
| Ele: | Mas eu te amo mesmo. |
| Ela: | Mas eu tenho que continuar brava contigo. |
| Ele: | Então tá, não te amo. |
| Ela: | Hein? Como assim não me ama? Eu te amo muito. |
| Ele: | Ué, a raiva passou? |
| Ela: | Agora eu tô com medo. Fala que me ama. |
| Ele: | Não. |
| Ela: | Você não me ama mesmo, então? |
| Ele: | Não. |
| Ela: | Mas como? Você dizia me amar segundos atrás. |
| Ele: | Estranho né? |
| Ela: | Some da minha vida. |
| Ele: | Ai como você é boba, amor. |
| Ela: | Olha... Eu não to entendendo nada. O que foi agora? Vai dizer que meu sorriso é feio também? |
| Ele: | Ele é lindo. |
| Ela: | Não é não. |
| Ele: | É sim. |
| Ela: | Porque você tá dizendo isso? |
| Ele: | Porque eu te amo. |
| Ela: | Mas.... |
| Ele: | Quieta. |
| Ela: | Idiota. |
| Ele: | Eu te amo. |
| Ela: | Para. |
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